Meu nome é Almar. Estou escrevendo em primeira pessoa mas, às vezes, nesse site, escrevo em terceria pessoa, referindo-me a mim mesmo como "o professor Almar", para o texto não ficar pedante demais - se isso for possível...! - conforme a necessidade do texto. Você vai ver as duas maneiras de escrever, assim, aqui.

     Profissionalmente sou o PROFESSOR Almar (Galvão Gomes de Matos), brasileiro, casado (MUUITO!), carioca, formado na FEUC, no Rio de Janeiro, muitos cursos em diversas áreas, um bom currículo no magistério, em artes, etc. Vasta obra literária, anos de palestras e conferências sobre filosofia, parapsicologia, artes, língua, cultura geral. Dscendente de nobres e de grandes brasisleiros, eu mesmo um lutador pela cultura, pelo ensino - lecionei 40 anos no magistério convencional, tentando fazer milhares de crianças mais cultas e mais civilizadas - nem sempre ou raramente com sucesso, pois tinha tudo e todos conta mim. Até hoje, aliás.

     Por toda a minha vida tentei entender o mundo. Desde o primeiro contato com a realidade interior, que fiz aos cinco anos de idade até hoje (pois a pesquisa  é eterna, mesmo o SUT aprende e estuda  - estudar é estar vivo). Leio até hoje toneladas de livros revista  vivo pesquisando na internet, adqurindo dados e dados mais.

       No princípio, busquei mestres, alguém que me ensinasse a realidade ou seja, procurei mestres ou UM mestre. Primeiro, claro, meu pai, depois todo o tipo de guru, vivo ou morto, mas descobri que eles não tinham a menor idéia do que fosse a realidade, todos "iam vivendo"  de acaso em acaso até o Grande Acaso final que os matava. Eu não queria isso, A vida não poderia ser só isso, eu devereia ser melhor do que uma galinha ou uma barata - havia dogmas, superstições, crenças e dados científicos inconslusos, duvidosos e sempre provisórios - talidomida, sanguessugas, etc. - promessas, tolices e nada mais.  Ninguém me trazia a realidade em termos definitivos, confiáveis e coerentes. algo que eu pudesse usar eficientemente e vivesse plenamente. Não havia, ainda. Tive de descobrir, criar, montar e o fiz. E vendo a você o resultado, depois de o ter comprovado em mim e em muitos usuários, como você pode ver na página incial. O sistema definitivo teve até de ter uma definição nova "sofia", pelo simples fato de que até então ninguém havia pensado ou ousado descrever a realidade - e eu o fiz. Use.

      Não havia respostas. Não de um modo que fizesse sentido. Não havia esse mestre e não havia esse sistema coerente e definitivo em lugar algum do mundo. As pessoas diziam, quanto ao problemas terríveis do mundo (fome, guerras, crime, doenças, morte, dor, etc. - que avatar algum jamais em temos coletivos tenha  resolvido - ou não eram avatares, nunca havia existido avatares ou a missão deles não era salvar o mundo... ), as rspostas eram "é assim mesmo"  ou "depois da morte" ou "é carma" e o pior da loucura "você combinou no astral, antes de nascer que sofreria" (!) ou ainda mais, simplesmente "você não pode saber, o homem não pode saber" - uma estupidez que eu simplesmnte não aceitava. Aceitar isso seria aceitar uma vida inútil até minha morte - a morte idiota e e a inutilidade de minha vida - não aceitei e fui à luta. O que vendo é o resultado dessa pesquisa.

    Ainda, o tipo de vida que o mundo em que eu vivia praticamente me obrigava a viver - eu não via outro mundo ao meu redor - fez-me começar a morrer aos 32 anos. Obeso mórbido, cardíaco, diabético, viciado, úlceras, gastrite, uma vida pessoal e familiar enlouquecida, trabalhando como louco, endividado, estressado, num jogo de futebol de salão entre professores e alunos vi que estava morrendo. Amigos morriam ao meu redor aos 30, 40 anos, um professor de edudação física, outros obesos - eu era a bola da vez.

      Procurei ajuda - parentes médicos, sacerdotes de diversas religiões - de praticamente todas as principais e nada tive. Ou eu descobria a solução por mim mesmo. Descobria o que fazer ou morreria.

     Como eu já vinha buscando a realidade - não por causas pessoais, vivenciais, mas puramente por curiosidade, princípios filosóficos eu buscava desde criancinha a verdade, como disse, a partir desse momento a pesquisa passou a ser questão de sobrevivência. Como eu vivia dentro da comunidade acadêmica, comecei uma pesquisa nesse moldes, dentro da metodologia científica, primeiro, porque me pareceu o lógico depois, porque os métodos sociais e religiosos haviam falhado.

         Primeiro, comecei a pesquisa de campo, com os sujeitos que eu tinha em mãos - eu mesmo e meus alunos. Estudei milhares de casos, de sujeitos, tanto apenas obsevando, quando provocando respostas aos estímulos que eu fazia.

          Quem quer, anda e procura, quem procura, sempre acha. No anos  1970, em uma tarde, na sala vazia dos professores, a equação E-MC2 permitiu-se descobrir que a realidade era Nihil, como relato em muitos de meus livros. E a solução está encontrada. O resto foi continuação da pesquisa que, em grande parte, em termos de soluções, está nesse siema nessa página e em sua totalidade em meus livros, leia-os se quiser mas isso não é preciso para usar esse sistema, aliás, nada mais  é preciso para usar esse sistema do que pagar e usar - assistir aulas, reprogramar-se, usar o VMA, nada mais. Mas se quiser aprofundar-se na realidade, pode fazê-lo, é isso que basicamente eu ensino. E vendo.

       Durante minha pesquisa, o que as pessoas e instituições sabiam, na época ficou claro que ninguém sabia a realidade e viviam apesar disso, casualmente... - não podia dar certo - e não dava.

        Como eu buscava deseperadamente, encontrei.

        Encontrei que a base da realidade era que tudo era Nihil. Daí ficou fácil.

        Encontrado o núcleo, o resto era preencher o esqueleto. E fui descobri que, sem fechar o sistema, muitas antigas tradições tinham conhecimento de alguns pequenos pedaços separados da realidade que eu ia encontrando. Nenhuma da antigas tradições, ciências, etc., n inguém tinha o bordado todo, eu tive de preencher.

         As tradições antigas, assim, ainda que não soubessem toda a realidade, ajudaram a compor o quadro.

          Eu sei que parece muita pretensão, muita audácia, um único indivíduo arvorat-se em descobridor da realidade. Mas, no que me interessava, ou eu fazia ou isso ou morria - e preferi não morrer. Nada impede que você faça o mesmo - ou pode dizer, como muitos, que eu não posso ter encontrado a realidade sozinho e depois morrer. A escolha é sua, até porque mesmo, você agora tem a opção que eu não tive.

        Assim como descobri que a física do século XX (relatividade de Eisntein, mecânica ondulatória, quântica, incerteza de Heisenberg, a visão holográfica de Pribhan e Bohn), sem que ela mesma e seus descobridores jamais houvessem chegado, por eles mesmos à realidade, ainda assim ajudaram-me a fechar o quadro. Por isso não posso afirmar que o sistema é baseado nem nas tradições antigas e nem na física teórica, quanto mais que esses sistemas ajudam a comprovar o que ensino, mas o que realmente proponho  é que o sistema é válido, o que tenho são, não apenas as conclusões cientificas da pesquisa de campo, quanto o uso prático do sistema, que mostro com os depoimentos dos alunos na página principal - isso é o importante. Por isso mesmo não corri para levar o sistema para a comunidade acadêmica, primeiro porque levaria muito tempo e as pessoas precisavam disso rapidamente, depois que muitas partes do sistema acontecem além da linha de pesquisa da comunidade acadêmica - o mundo positivista - esse sistema é transensorial, isto é, transita em campo não apenas positivos - isso dificulraria sobremodo o aceite desse sistema pela comunidade acadêmica - não que o sistema deixe de ser rigoroso, metodologicamente, na pesquisa, mas, porque transita além do mundo positivista e, como a academia é apenas positivaa levaria algum tempo para academia aceitar sistema, ela teria de mudar suas concepções e princípios e eu nem podia garantir que isso aconteceria; enquanto isso as pessoas iriam  morrendo, sofrendo sem necessidade - eu não tinha tempo nem as pessoas que estavam sofrendo, morendo tinham - e fiz  bem, como se pode ver, muitos de meus alunos estão vivos por causa não de mim, apenas, mas por causa do ensino da realidade.

      Como eu disse esses sitemas ajudaram a compor o quadro e a pesquisa, que faço desde 1965 quando escrevi "O Sempre" e a pesquisa continuou até hoje. c       Por isso, cada parte do sistema leva os interessados a um estado de júbilo leva aos que queiram viver - e bem.

      A partir de 2004 iniciei outra pesquisa, a da validde das técnicas e do VMA que está mostrada em parte aqui na comprovação.

                    AUTO APRESENTAÇÃO

     Como não tenho tempo de esperar que no futuro falem de mim e porque meu futuro aluno tem de me conhecer um pouco, principalmente num oferecimento pela internet, tenho de falar de mim mesmo, ainda que isso possa parecer fazer de mim um cabotino, um nacisista, mas nada mais longe da verdade, não tenho interesse pelos refletores (mesmo sendo músico!) e nem pela fama - se conto sobre mim é para que você decida estudar comigo e mudar sua vida espetacularmente, através do que ensino e oferecço como exercícios, tecnicas e práticas.

        Eu não poderia ser outra pessoa difenrente da que sou. A genética e a origem familiar não são tudo, mas ajudam. Sou descedente de muita gente importante. no Brasil e fora dele. Por parte de pai, sou descendete dos Bourbons, de D. Diniz, passanado por Cabral, José de Alencar, e de outros. Meu avê dr. Manuel Gomes de Matos, primeiro vice governadot (na época, presidente) de Pernambuco, filho do pioneiro da educação Professor Álvaro Gomes de Mattos, irmão do introdutor da hipnose e da regressão, mesmo da parapsicologia no Brasil, Dr, Augusto Gomes de Mattos e tio da Dra. Maria Lídia Gomes de Mattos. parapsicóloga, filósfica, psicóloga. Por parte de mãe a linhagem chega, teoricamente a Abrão, Gallaaz, a uma negra  escrava forra e a uma índia pega á laço; por parte de pai do índio que dá inicio aos Gomes de Mattos, na Capitania de Pernambuco por volta de 1532.

       Eu mesmo tenho uma vida de lutas e trabalho, 40 anos de labuta no magistério convencional, tentando  difundir cultura, arte, beleza - nem sempre com sucesso. Lutando contra a estupidez e contra a loucura - quase sempre perdendo. Fiz (faço) arte (pintura, desenho, escultura, música, literatura - poesia e romance). Ensino tudo isso, junto como paradoxo.

 

                    M AIS SOBRE ALMAR

     Almar é um professor formado em faculdade de filosofia, pertence a uma antiga tradição de ensino de filosofia, arte, e parapsicologia. Foi terapeuta holístico com alvará de licença para localização no Rio de Janeiro, a Av. Passoa, 91, cob 06, e com sede de trabalho em Campo Grande, Rio, RJ tem alvará de licença para localização dado pela prefeitura do município do Rio de Janeiro, em sua sede atual como professor particular e de ensino livre, como artista e artesão, como representante comercial, o que lhe confere direito de lecionar localmente e não localmente, o que inclui a internet. Paga impostos estaduais, municipais e federais e seu trabalho, para que não haja dúvidas a respeito dele, está registrado no Cartório do 2° Ofício de Notas do Rio de Janeiro, onde todos os princípios que se apresenta nesse trabalho estão ali colocados, como se pode ver na cópia aqui colocada.
      Como seu trabalho é de cunho religioso, porque as aulas prevêem que o aluno pode religar-se à sua Fonte interior, é protegido pela Constituição Federal e como seu trabalho é de cunho intelectual, científico, artístico e literário, é previsto no Novo Código Civil e completamente legal conforme as leis vigentes. O professor tem registro no MEC, na OMB, sua obra plástica é catalogada no MNBA, sua obra literária registrada no EDA e as páginas, processos e técnicas protegidas por direitos autorais.
      Esse serviço que é oferecido aqui constitui-se de aulas particulares à distância, online e por meios outros, de filosofia, parapsicologia, arte e cultura geral e o que chamamos de "magia" e correlatos são processos didáticos recorrentes e referentes, que podem ajudar o aluno a aprender a realidade, conforme o sistema filosófico que o professor criou e que vende nesse site.
      O professor vende aulas e não eventuais e circunstanciais resultados que podem acontecer, mas não é o que se vende aqui - vende-se as aulas.
     Esse não é um trabalho ligado a
religião  alguma, nem a instituição alguma, é apenas um conjunto de aulas dadas por um professor individualmente.
      Mas esse trabalho é benemérito, porque leva as pessoas a viverem melhor, buscando com que aprendam a serem mais éticas e por isso mais morais, no que seja possível dentro do domínio da ética (ética, nesse sistema, é tudo aquilo que esteja de acordo com os propósitos de Nihil, fonte interna engendradora de seu universo, em sua realidade profunda) - o que promove um mundo melhor e mais belo, feliz, saudável e rico. E ainda é um trabalho filantrópico, porque leva aos seres humanos a realidade que não conhecem, proporcionando assim que a sociedade se torne digna desse nome, porque as pessoas que a compõem passam a agir como humanos racionais, lógicos e coerentes, acabando com praticamente todos os problemas humanos. Por isso, o professor literalmente IMPLORA que as pessoas que não queiram usar o site simples que não o façam apenas. Ninguém é obrigado a adquirir o sistema, quem o adquire é porque entende que assim será melhor para si e porque aceitou os princípios e estrutura desse sistema. Se você não gostou do site saia agora e seja feliz - se puder.
         O professor, como homem lógico não deseja que pessoa alguma seja infeliz porque, quanto mais infelizes existirem no mundo, mais infeliz o mundo será - só que compreende que cada um deve fazer a si mesmo feliz e não esperar que outro o faça feliz, rico, próspero - isso é impossível.
      Como a experiência mostrou que há pessoas que, não se sabe por que, tentam atacar o professor, pelo simples fato de que ele cobra por seu trabalho (pessoas que, certamente, TAMBÉM cobram por seu trabalho!) deve ficar claro que, de agora em diante, quem o fizer será implacavelmente processado até às últimas instâncias, de modo que paguem por seu crime e o professor cobrará, judicialmente, todas as perdas que tiver por resultados desses crimes, tais como lucros cessantes, assim como os processará criminalmente por tudo isso e ainda por calúnia, injúria, difamação e todos os crimes mais que praticarem, cobrando, implacavelmente, ainda, indenizações as maiore possíveis, por perdas e danos morais, materiais, psicológicos, físicos, sempre solicitando as maiores quantias por terem impedido seu trabalho, e, como estarão impedindo que a humanidade receba os resultados dessas maravilhas que o professor oferta, certamente o professor usará tudo o que conhece para que, essas pessoas, em termos transensoriais e de realidade não o paguem caríssimo com seus cânceres, doenças das mais dolorosas possíveis, com vidas dolorosas, que certamente terão por terem cometido esses crimes contra a humanidade, contra Nihil, Deus) e contra si mesmas. Por favor, não cometa essa tolice, pode ter certeza que o preço será muito alto, porque o professor está legalmente, moralmente e eticamente protegido. É impossível não perder ao atacá-lo. Todos que o fizeram, pagaram caro por isso, e alguns já estão no inferno que é o lugar onde merecem estar.

   Entretanto, as pessoas que agirem corretamente com o professor e seu trabalho, se agirem eticamente, não é o inferno que as espera mas o céu, em todos os sentidos que se possa ter desse termo. Estude o site muito claramente, e verá por que.

      Porque atacar quem trabalha legalmente é crime e crime muito pior por tentar impedir um trabalho benemerente e filantrópico, ainda que comercial - porque não?
      Porque um trabalho filantrópico tem de ser grátis?       Só trabalhos que promovam o vício - como venda de álcool, fumo,  drogas, açúcar, jogo, etc., podem ser pagos? Por que vender a realidade - algo que não se ensina nas instituições, tem de ser grátis? Ou baratinho?

      Principalmente que as instituições de modo algum são grátis - como sobreviveriam?
      O professor tem direito de cobrar por suas aulas e continuará fazendo, porque é justo, correto e benéfíco para as pessoas produtivas, por isso úteis à sociedade, que lhe paguem por seu trabalho o que vale!

     Como o trabalho do professor, comercialmente falando, pode ser mundial, o professor pode presumir, legalmente que seu impedimento o faz perder alguns milhões de dólares e irá até às cortes internacionais, se for preciso, para cobrar isso, seja de quem for!

    Não se pode achar que se possa atacar quem trabalhe com a realidade e sair impune. A realidade não funciona assim. Quando algum idiota ataca o professor, que está trabalhando para Nihil, para a realidade, para a humanidade, para o progresso das pessoas, simplesmente destrói-se a si mesmo implacavelmente. Seu interior reagirá destrutivamente eliminando o mal que essa pessoa se torna, ao tentar atacar quem trabalha a verdade, sob a alegação que deva receber sem merecer. Como isso é impossível, pagam caro, muitas vezes com a vida. 

   O professor nada tem contra religião alguma, pelo contrário tem certeza da importância delas. Muito ao contrário de pessoas que hoje combatem as religiões, o professor acredita que se as religiões desaparecessem, uma multidão de loucos destruiria a sociedade - sem levar em conta muitas faces positivas nas leituras - inclusive o professor usa os textos dos livros sagrados como argumentação de seus ensinamentos e afirma sempre que o que a religião ensina está na maioria dos livros sagrados das religiões. O professor foi batizado na religião católica e é um estudioso das religiões, e frequentou muitas delas, e tem bons amigos em todas elas, e muitos ainda estudam com ele. O professor não é um ateu cético, embora seja um filósofo, um homem de ciência, um pesquisador - um professor.

    O professor nada tem contra as instituições. Ao contrário, sabe que as instituições são fatos da vida mundial. Como o que ele oferece é basicamente individual, pode parecer que ele prega algum tipo de revolução ou coisa parecida, mas quem pensa assim nada terá entendido de seu trabalho.

      O professor é ajudado por uma grande mulher, que dedicou sua vida a ele e ao SELF. Linda, jovem, uma artista: pintora, escritora, filósofa, uma verdadeira modelo. Coloquei esse clipe aqui não só porque ela é a pessoa mais importante na vida do professor "the woman of his life", como é um verdadeiro colírio para essa página. O som de fundo está sendo criado na hora em sexta que é executado. É do professor. A professora Priscilla leciona a única e verdadeira terapia de personalidade, a diversificação de personalidade. A famosa  "Aulas de Sexta"... Praticamente toda a estrutura  do SELF  moderno depende dela. Sem ela não há SELF. Nunca houve. Há milênios... Sem Prs-La não haveria Ram-la.  Não perca!

Biografia

Bibliografia

Genealogia

Currículo comprovado

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